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A Associação Independente Ultras do Atlético foi fundada em 18 de setembro de 1992 por Marcelo Lopes (Rato), Jean Claude Lima e Maurício Simões. A torcida inovou ao utilizar camisetas vermelhas com um grande escorpião nas costas. Isso chamou a atenção de diversos torcedores, que logo se integraram ao grupo. O local escolhido para a torcida foi a curva do antigo placar do Joaquim Américo. A origem do nome Ultras provém da Europa. No velho continente, Ultras significa Torcida Organizada.
A escolha do escorpião foi feita porque é um animal peçonhento, um dos poucos possíveis sobreviventes de um holocausto nuclear, e nunca se entrega ao adversário, preferindo o suicídio à derrota. Com o rápido crescimento da Ultras, seu diretores arrecadaram fundos para construir um bandeirão, que animava toda a torcida rubro-negra. No seu auge, a associação contava com cerca de 200 pessoas no estádio, que não paravam de cantar um minuto sequer.
No entanto, no final de 2000, alguns integrantes da Ultras entraram em atrito com membros da Fanáticos, inclusive gerando uma briga com facas dentro da Arena. Assim, os torcedores optaram por dar um tempo nos estádios, realizando apenas campanhas sociais. A volta à Baixada ocorreu somente em 2003, quando torcida foi reativada e voltou a apoiar o Furacão nas arquibancadas.
Em setembro de 2007, por ocasião do aniversário de 15 anos da Ultras, a Furacao.com publicou uma entrevista com Rato, fundador da facção.
"Eu fiz uma torcida não para competir, fiz para ser a melhor torcida organizada do país. E também levei para dentro da torcida coisas bonitas que aprendi enquanto morei fora do Brasil. A primeira torcida que usou as faixas verticais no estádio no Brasil foi a gente", afirmou ele.
Enquanto o site oficial da Ultras está sendo remodelado, mais informações sobre a torcida podem ser acessadas na Wikipédia. |