Rogério Andrade

Rogério Andrade, 41 anos, é administrador. Atleticano de "berço", considera a inauguração da Arena da Baixada como o momento mais marcante do Atlético, ao ver um sonho acalentado por tantos anos tornar-se realidade.


22/12/2006

As fotos que estão guardadas lá em casa, do Natal de 1982, me fizeram voltar no tempo e recordar grandes dias de alegria ao lado do Atlético. Depois daquele ano, aprendi finalmente como é que se comemora um título. Guardo cada minuto daquele ano no meu coração.


06/12/2006

O bom senso deve estar em seus olhos, em suas atitudes, em suas decisões. É preciso que Vadão seja, antes de qualquer coisa, um homem verdadeiramente técnico, que não enxergue as coisas pelo lado pessoal e não seja tão “queridinho” ou muito amigo do grupo.


24/11/2006

Como bom atleticano, acreditei quase que o ano todo, incentivei o time, o clube, os jogadores. Acreditei e confiei que poderíamos, ao longo do tempo, mudar o panorama. Acreditei no fator “casa”, acreditei que o time poderia se superar também fora da Baixada. Confiei na preparação da equipe e no suporte psicológico, assim que começamos a avançar na Copa Sulamericana.


14/11/2006

Ontem eu já havia dito: “tá na hora.” Hora de apoiar o Furacão, de reencontrar o otimismo, seja em casa, no trabalho, na Baixada, acompanhando as notícias que antecedem ao jogo, ou seja em qualquer lugar deste universo. Eu tenho uma obrigação, um compromisso com o Atlético.


08/11/2006

Ao meu ver, dos três jogos que ainda temos em casa este ano, o de hoje será o mais difícil, não apenas pelo desejo de apagar a última derrota ou pela obrigação da vitória para que continuemos sonhando com a Libertadores, mas por ser um grande clássico do futebol brasileiro, contra nada mais, nada menos que o Corinthians Paulista, um time perigoso e que tem no comando a coragem e a inteligência de Leão.


03/11/2006

Sempre motivado pela excelente e inesquecível participação na Libertadores de 2005, quando disputar a decisão era “quase” impossível, gosto de aliar a emoção com a união. Se estivermos fortes, com o coração preparado, unidos em busca de um ideal, teremos a permissão de sonhar ainda mais, sim!


01/11/2006

Não posso deixar de comentar o quanto o Atlético subiu de produção a partir do momento em que deixamos de lado Ivan e Moreno, e pudemos contar com o futebol arrojado e corajoso do ala esquerda Michel. Não destaco aqui somente a precisão das bolas alçadas na área ou o chute forte do lateral que deu nova vida ao Atlético, mas destaco o perfil de Michel.


19/10/2006

Cantando do início ao fim da partida, os torcedores só silenciaram o estádio quando a bola chutada por Marcos Aurélio na cobrança de pênalti, deslizou com perfeição pelo lado direito da rede adversária. Naquele momento, o atleticano e o povo brasileiro explodiram em alegria e podem sim, bater no peito e gritar “como é bom ser brasileiro!”


30/08/2006

Embalado por um empate e duas vitórias, o Atlético busca hoje na Baixada, a afirmação do importante momento de recuperação. Para isso, não pode estar sozinho. O Atlético precisa de mim, precisa de você e de mais milhares de outros atleticanos, para que juntos, possamos cantar, vibrar e sorrir com mais uma bela vitória.


23/08/2006

Temos ainda um turno inteiro pela frente, e até o dia 3 de dezembro de 2006, muita água vai rolar e muitas surpresas ainda podem surgir. E por que não acreditar? Sim, temos o dever de acreditar e mostrar mais uma vez qual é o tamanho da nossa paixão.


19/08/2006

Luccas é atleticano. Com 2 anos foi ao seu primeiro jogo na Baixada e de lá já saiu com a primeira camisa rubro-negra. Depois disso aprendeu que poderia ter tudo do Atlético, e tem. Camisa, bandeira, tênis, meia, calça, jaqueta e cueca. Tem até um chapéu muito louco do Furacão.


16/08/2006

Não há melhor maneira de se enfrentar dificuldades, desafios e dividir, principalmente, os momentos de maior alegria. As conquistas tornam-se muito mais saborosas quando temos ao nosso lado a paixão que nos guia e nos faz enxergar as coisas de uma maneira real, diferente, concreta.


19/07/2006

Quando te vi, foi um momento mágico, fiquei eufórico, exausto de tanta vibração, ainda mais te vendo com um traje todo especial. Por mais que nossa relação esteja misteriosa, e sei que temos que tomar cuidado com o que falamos, estou sempre ali, do teu lado, fielmente respirando o mesmo ar que você respira.


02/07/2006

Não estou escrevendo em forma de crítica, nem querendo “azarar” o decorrer do trabalho de Givanildo e sua equipe, mas quero dizer que estamos todos de olhos bem abertos, não apenas neste aspecto, mas também no que diz respeito ao desmanche e as novas contratações.


07/06/2006

Não é apenas o clube que merece este reconhecimento. Nós, torcedores do Atlético, merecemos o “muito obrigado” do nada humilde Dagoberto, não apenas pelo que fizemos pelo profissional, mas pelo que representamos para o nosso Atlético.


05/06/2006

Defesas milagrosas fizeram a equipe atleticana acreditar no jogo e acreditar que ali atrás estava alguém em formato de “parede”. O Atlético venceu pela competência em marcar quando teve a oportunidade, mas principalmente pela competência do goleiro Cléber.