José Henrique de Faria

José Henrique de Faria, 60 anos, é economista, com Doutorado em Administração e Pós-Doutorado em Labor Relations nos EUA. Compareceu ao primeiro jogo do Clube Atlético Paranaense em 1950, no colo de seu pai. Seu orgulho é pertencer a uma família de atleticanos e ter mantido a tradição.


29/12/2009

O velho hábito de afirmar que bons jogadores são caros e que o Clube não tem patrocínio também constitui argumento recorrente. Jogadores bons são caros há muito tempo e o próprio Clube Atlético Paranaense teve boas receitas baseado nesta evidência. Então, isto não pode ser uma desculpa.


14/12/2008

Agradeço a todos os que estiveram trabalhando neste difícil combate. Aos que apoiaram desde o início, quando ainda ninguém acreditava, aos que pagaram caro por sua escolha e que se envolveram por amor ao Atlético Paranaense.


25/08/2008

Otávio não montaria, por exemplo, um bom time de futebol se acreditasse que a coisa mais importante fosse o campeonato de resultados financeiros.


13/07/2008

Merecemos muito mais do que a diretoria está nos oferecendo. Como já era esperado, a torcida respondeu quando a diretoria apelou para que os atleticanos se associassem. Pois bem, já somos 17.000 sócios. Chegaremos em breve a 20.000 sócios. E agora?


20/05/2008

“Seu” Abelardo o contratou para fazer churrasco, mas lhe deu um material que não o permitiria atingir os objetivos. O povo foi chegando e pegando suas cadeiras, babando de fome e morto de sede. Abelardo recebia a todos e prometia o melhor churrasco da vida deles.


09/04/2008

Pois este dono da voz que incomoda tanto a voz do dono não participa de nenhum grupo no clube, não participa de articulações explícitas ou de bastidores para derrubar ninguém e não está interessado em assumir a presidência do clube, até porque a condição de assalariado não me permite assumir compromissos maiores.


07/03/2008

Ao final do jogo, com toda a razão, os protestos se fizeram ouvir. Pela perda da partida. Pela eliminação precoce da Copa do Brasil. Pela perda daquela inabalável confiança na conquista do Campeonato Paranaense. Mas, principalmente, pela falta de atitude diante do que é evidente, pela política relativamente equivocada quanto ao futebol, pela convocação para o quadro associativo com oferta de uma equipe com carências fundamentais.


05/02/2008

Alega-se que seu contrato vence em dezembro de 2008 e que agora é a hora de negociar. Se este fosse o motivo Ferreira não teria sido emprestado. Emprestaram para ver jogar? Mas, Ferreira sequer foi observado pelos “investidores” do Al-Shabab?


09/12/2007

Se o gestor não souber aceitar críticas ou manifestações da oposição e não souber lidar com os conflitos, não pode se constituir em um bom gestor. Se um gestor não souber ler os recados da maioria, não pode ser um bom orientador e coordenador.


29/10/2007

Por este motivo, já está na hora de planejar 2008. Começando pelo comando técnico. Conta-se com a renovação do Ney Franco. De minha parte, espero que o Maculan continue onde está.


15/10/2007

Outra opinião do SE que também me incomodou foi aquela sobre a Libertadores. SE o São Paulo não tivesse sido covarde e SE tivesse jogado a primeira partida na Arena, o Atlético Paranaense teria sido Campeão da Libertadores. Para me deixar mais aborrecido ainda, SE afirmou que SE um determinado dirigente não tivesse tido tanta inveja e SE tivesse informado a CONMENBOL que o seu estádio poderia continuar sendo o nosso quintal, as coisas poderiam ter sido diferentes. Esta foi difícil.


12/09/2007

Existem dois tipos de torcedores que alimentam estranhos cenários. Os pessimistas, que independentemente do desempenho do time sempre acreditam que nada dará certo, que o pior está por vir. Os otimistas, que apesar do mau desempenho sempre acreditam que tudo vai melhorar no próximo jogo. Nenhum dos dois nos serve, nenhum deles é bom conselheiro.


27/08/2007

A imprensa nacional, em suas chamadas, anuncia um pênalti polêmico. Polêmico? Onde há controvérsias? As imagens, repetidas de ângulos diferentes, mostram que a falta ocorreu a cerca de um metro da área. Não foi sequer um lance duvidoso.


20/08/2007

Algumas medidas que deveriam ser tomadas foram tomadas. Começa pela contratação do meia Ramon. Depois, a redução do valor dos ingressos, medida justa e oportuna, porque é preciso reconquistar a torcida que foi afastada da Arena. Agora, a saída de Antonio Lopes, um treinador experiente, mas que não vinha obtendo resultados positivos e a demissão de Oscar Yamato. São medidas necessárias, mas não suficientes.


31/07/2007

Uma organização destrói sua perspectiva de sucesso quando simplesmente não faz hoje, e bem feito, o que deve fazer, não dá continuidade às iniciativas de transformação, não faz manutenção dos bons programas, não cuida das rotinas. Se em termos administrativos e de infra-estrutura o Clube Atlético Paranaense tem sido exemplar, em termos de futebol profissional o mesmo não ocorre em igual nível.


13/07/2007

Trocamos seis por meia dúzia em termos de técnico e equipe. Eu mesmo defendi a substituição do Vadão por outro profissional. Mantenho a opinião. Mas, este outro profissional, Antonio Lopes, não alterou em nada a situação. A equipe de jogadores é ruim, exceto alguns heróis, o que poderia aliviar a responsabilidade do "delegado".


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