Michele Toardik

Michele Toardik de Oliveira, 32 anos, é advogada e obsessivamente apaixonada pelo Furacão. Contrariou as imposições geográficas, tornando-se a mais atleticana de todas as "fluminenses". Frequenta assiduamente a Arena, até quando não tem jogo, só pra evitar a saudade.


26/03/2013

Fácil seria amar o Barcelona! Difícil é manter o sentimento inabalável depois de uma queda, durante a segunda divisão, ou vendo um ‘Robston da vida’ vestindo o nosso manto. Definitivamente, amar o Furacão não é pra qualquer um!


25/02/2013

Infelizmente, a maioria dos atleticanos - assim como eu -, não é dotada de poderes extraordinários, visão estratégica acima da média, Eikebatismo, empreendedorismo nato, frieza, calculismo e sangue de barata.


21/12/2012

Por mais incoerente que seja, ao invés de ser reconhecido como o único responsável por ter incluído a capital ecológica no mapa do futuro, o nosso Furacão foi rotulado como a besta devoradora de dinheiro público e potencial construtivo.


22/11/2012

Sinto que essa é a última coluna que escrevo falando de Série B, depois de um ano temendo e outro enfrentando faço questão de largar mão disso.


17/09/2012

Não temos tempo para revoluções ou medições de força, o rubro-negro tem que ser priorizado sempre, independente de técnico, independente de Capitão!


29/08/2012

Hoje, apesar de apresentarmos algumas limitações, olhamos para o gramado e conseguimos RECONHECER o nosso Atlético.


01/08/2012

Pensar em Atlético x São Caetano é trazer à tona as lembranças mais importantes de um atleticano, é reviver o período em que o nosso futebol mais se aproximou da arte!


11/07/2012

Não temos tempo pra muita coisa, precisamos embalar de qualquer jeito e não seria nada mal se a Diretoria movesse céus e terras pra trazer o Atlético para a Capital novamente. Porém, se for impossível jogar em Curitiba, creio que deva ser revista essa questão dos jogos em Paranaguá.


06/06/2012

Certeza mesmo só a de que o amor pelo Atlético é incondicional, que o Petraglia construirá novamente a Arena, que o futebol não pode ser negligenciado, que nada é fácil pra gente e, principalmente, que se formos campeões no final do ano todas as derrotas e decepções serão remediadas.


25/04/2012

É claro que qualquer homem atleticano sairia do sério se um coxinha quisesse lhe beijar a boca durante um jogo, mas não precisa chutar o cara nas fuças do bandeira. Deixa pra se vingar com gols ou com represálias discretas.


28/03/2012

Fácil é ser pedra, difícil é ser vidraça!


29/02/2012

Não contamos com a ajuda da arbitragem, muito menos com o auxílio da imprensa paranaense, vencemos com mérito as nossas limitações e mesmo tendo muito o que melhorar, neste momento somos – incontestavelmente – os melhores deste estado.


01/02/2012

Todavia, esse lance de compreensão e sacrifício também terá que ser praticado pelo Clube, através da atenção ao sócio e, PRINCIPALMENTE, por meio da montagem de um time capaz de nos devolver o lugar que é nosso de direito. Pois todo e qualquer sacrifício terão valido a pena se pudermos nos orgulhar do Furacão dentro de campo.


18/01/2012

Os reforços que tanto precisamos até agora não chegaram, ainda não temos uma solução para a nossa momentânea “saída de casa” e tudo quanto é “notícia” relacionada ao Furacão não passa de mera especulação.


23/12/2011

Essa duas “finais” que enfrentamos e vencemos com maestria me deram a certeza de que ninguém tiraria o título da gente, por mais que o São Caetano viesse com tudo nós seríamos ainda melhores.


10/11/2011

E a preocupação vai além do medo óbvio de encarar um jogo fora de casa, do fato de ser contra o atual líder do Brasileirão, enfrentando o protegidinho da mídia e da arbitragem, porque além de todos esses agravantes temos que lidar com a postura derrotista do nosso técnico.