Juarez Lorena Villela Filho, 32 anos, é funcionário público estadual e acompanha jogos do Atlético desde 1987. Conhece mais de 40 estádios em que já foi ver de perto o Furacão.
Não foi uma e nem duas vezes que o bonde da história passou em nossa frente e vacilamos em embarcar. Neste Brasileiro, ele está passando novamente, vamos só ficar olhando?
Chegou a hora de darmos um ritmo a um time pretensamente titular, bem como entrar nos eixos com três ou quatro resultados favoráveis em sequencia.
Carpegiani tem que saber que liberdade e autonomia são uma coisa, outra é ter carta branca para usá-la a seu bel prazer sem critérios pré definidos.
Temos jogado melhor ou pelo menos em igualdade de condições com equipes que são visivelmente mais fortes como o Cruzeiro, Santos, Fluminense e o São Paulo, todos figurantes da metade superior da tabela.
Um tema está entalado não só na garganta, mas na minha alma: a substituição da pena do zagueiro Danilo por cessão de cestas básicas.
Mesmo nas derrotas pós Copa viu-se uma evolução na maneira do Atlético se portar em campo. Os resultados são mera consequencia disso.
Há torcidas que preferem usar da violência, pichar muros, soltar bombas e ameaçar jogadores em situações menos críticas que a nossa. O que fazemos? Mostramos nosso amor ao Atlético.
Se o camisa 8 era um meia que chegou a ser atacante, hoje ele é um volante. E é justamente por ali que os times tem ganho ou perdido os jogos.
Fiquei mais triste com a perda do Atletiba e do título este ano do que a derrota diante da Holanda semana passada.
Quando a maior parte da torcida parece ter entendido a importância da Copa na cidade, nosso Presidente joga a toalha. Daí fica difícil mesmo....
Tempo de Copa, pausa no Atlético. Só espero que na volta do Brasileiro esse irritante barulho das vuvuzelas não invada os estádios da terrinha.
Irrita repetir as mesmas coisas. Custei a acreditar que a direção passaria todo o 1º semestre brincando de fazer futebol. Eles brincaram!
Com seis meses de atraso o Atlético vai tentar começar o ano. Não bastou fazer o Brasileiro 2009 que fizemos, não bastaram os péssimos jogos e a perda do título estadual, não bastou a eliminação da Copa do Brasil. Tivemos que perder mais até sermos humilhados.
Ao menos com Lopes o time tinha uma cara. Uma cara feia, diga-se de passagem, futebol de extrema marcação, pouca criatividade e esperança de gols em bolas paradas. Mas a defesa era extremamente sólida, até porque a incrível fragilidade técnica devido à baixíssima qualidade do elenco nos confere termos que jogar assim, única maneira de conseguir somar pontos.
Infelizmente a inveja, desconhecimento e o pouco caso de parte da política local, dos clubes rivais e em especial pelo show de desserviço social realizado por parte da imprensa, temos nos afastado dia após dia da definição sobre a vinda da Copa de 2014 para Curitiba. O pensamento mesquinho, tacanho, burro de alguns pode prejudicar toda a coletividade da capital paranaense.
Exclame, interrogue, dê reticência. Ponto final é o que deve-se dar a mediocridade vista.